Linguajar e emocionar os tempos de crise: transformando-se na convivência com professores

Rodrigo Camargo Aragão

Doutor em Linguística, com estágio na Universidade de Sevilha, e pós-doutorado em Linguística Aplicada, ambos pelo POSLIN/UFMG. Professor dos Programas de Pós-graduação e Licenciatura em Letras da Universidade Estadual de Santa Cruz (UESC). É líder do grupo de Pesquisa FORTE (UESC) e pesquisador do LALINTEC (UFMG). Pesquisa inter-relações entre linguagem e tecnologias; letramentos; e a interface emoções, identidades, e crenças na formação de professores e na aprendizagem de línguas. Tem interesse em desdobramentos de teorias da complexidade na Linguística Aplicada, especialmente, a Biologia do Conhecer de Maturana. Tem experiência na EAD e na avaliação e produção de materiais didáticos. Coordenou a implantação do curso de Letras/EaD da UESC de 2008 a 2010 e esteve cedido ao Instituto Anísio Teixeira como diretor de EAD do Estado da Bahia de 2011 a 2013. Coordenou o GT de Linguagens e Tecnologias da ANPOLL de 2014 a 2016. É sócio da ALAB e consultor da CAPES na área de EAD.



Formação de professores indígenas no Brasil: experiências diversas em contextos distintos

Marilia de Nazaré Oliveira Ferreira

Doutora em Linguística pela UNICAMP e La Trobe University, Austrália. Realizou especialização/aperfeiçoamento no Linguistic Society of America (LSA), Ohio State University e participou de Curso Intensivo em Linguística Indígena na Universidade Federal de Goiás. Tem experiência como professora de ensino fundamental, médio e superior e como educadora popular. Atualmente é Professora Associada IV da Universidade Federal do Pará. Foi Coordenadora e Vice-Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Letras do Instituto de Letras e Comunicação da Universidade Federal do Pará. Foi coordenadora do PROFLETRAS na UFPA e Representante da Região Norte no Conselho Gestor do PROFLETRAS, tendo participado da implantação do Programa na UFPA. Foi Presidente da Associação Brasileira de Linguística (ABRALIN, gestão 2013-2015). Trabalhou na Coordenação de Programas Especiais, vinculada à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da Universidade Federal do Pará. Atualmente lidera a Diretoria de Mobilidade Acadêmica Internacional, na Pró-Reitoria de Relações Internacionais. Foi eleita juntamente com outros membros do PPGL/UFPA para constituir a Primeira Diretoria do recém fundado Grupo de Estudos Linguísticos e Literários do Norte. Foi autora do projeto por meio do qual foi implantado o Programa de Educação Tutorial na Faculdade de Letras, no Instituto de Letras e Comunicação. Foi tutora do PET Letras/Língua Portuguesa. Participa como consultora ad hoc de órgãos de fomento e do conselho editorial de duas editoras universitárias. Tem trabalhado no campo da educação indígena, com assessoria a projeto de formação de professores indígenas voltados para suas comunidades, promovendo atividades de extensão que visam o acesso ao direito básico da educação (socio)linguística como elemento de formação cidadã e inclusiva na Região Amazônica. Suas principais áreas de interesse são Descrição de línguas indígenas amazônicas com ênfase em Morfossintaxe, Tipologia linguística, Teoria e Análise Linguística, além de questões relacionadas à Sociolinguística Educacional, à descrição e ao ensino de língua portuguesa e de LIBRAS.

Português Língua de Acolhimento: o que a prática nos ensina?

Lúcia Maria de Assunção Barbosa

Lúcia Maria de Assunção Barbosa é doutora em Estudos Portugueses, Brasileiros e da África Lusofônica pela Universidade Paris VIII. Concluiu estágio Pós-doutoral na Universidade Federal do Ceará, com visita acadêmica na Universidade de Aveiro – Portugal. É mestre em Teoria Literária e Literatura Comparada pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho. Atualmente é Professora Adjunta da Universidade de Brasília (UnB), onde leciona Português para Estrangeiros. Faz parte do corpo docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Linguística Aplicada da UnB e do Programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de São Carlos. É Pesquisadora da Rede PICNAB: Projeto Internacional de Investigação Científica Nantes, Aveiro e Brasília e do Réseau International d'Études Romanes (RIDeR). Em 2016, foi professora convidada na Universidade Paris VIII. É representante oficial de Português para Estrangeiros - da UnB - junto ao Programa Idiomas sem Fronteiras, no MEC. Na UnB, é responsável pelos Projetos de Pesquisa e Extensão de Ensino de Português Língua de Acolhimento e Coordenadora da Cátedra Sérgio Vieira de Mello, do Alto Comissariado das Nações Unidas para Refúgio - ACNUR. Atua principalmente nos seguintes temas: Português para Estrangeiros (PLE); Português Língua de Acolhimento (PLAc); Português como Língua Não Materna (PLNM); Migrações Internacionais Contemporâneas; Formação de Professores, Lexicultura, Ensino-aprendizagem de Línguas; Interculturalidade e Educação para as Relações Étnico-raciais.